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O Grupo vai abordar o desvio ou a modificação do comportamento Infantil (Sexualidade)

 

 

Componentes dos grupos: Marlene, Cristiane, Renata, Roseli, Carla e Graziela Maus;

 

Questão: Por que a sexualidade esta tão aflorada na infância?

 

Dúvidas: Como lidar com esta sexualidade aflorada no contexto escolar?

Certezas: Isso ocorre por influência da midia, pela degradação dos valores familiares e por influência social, política e econômica;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INFÂNCIA:

 

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Criança

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Infância)
Crianças brincando com bolinhas de gude.
Crianças brincando com bolinhas de gude.

Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até onze anos de idade. O ramo da medicina que cuida do desenvolvimento físico e das doenças e/ou traumas físicos nas crianças é a pediatria. Os aspectos psicológicos do desenvolvimento da personalidade, com presença ou não de transtornos do comportamento, de transtornos emocionais, e/ou presença de neurose infantil - incluidos toda ordem de carências, negligências, violências e abusos, que não os deixa "funcionar" saudavelmente, com a alegria e interesses que lhes são natural - recebem a atenção da Psicologia Clínica Infantil (Psicólogos), através da Psicoterapia Lúdica. Os aspectos cognitivos (intelectual e social) é realizada pela Pedagogia (Professores), nas formalidades da vida escolar, desde a pré-escola, aos cinco anos de idade, ou até antes, aos 3 anos de idade.

A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-primeiro ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcado pelo gradual crescimento da altura e do peso da criança - especialmente nos primeiros três anos de vida e durante a puberdade. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa e na adquisição das bases de sua personalidadeA infância é um período no qual a criança cresce fisicamente e matura-se psicologicamente. Após isto, vem a adolescência. Embora em várias crianças ocorra o que se chama de puberdade precoce, deve-se esclarecer que tais crianças ainda não têm maturidade psicológica suficiente para serem consideradas adolescentes, mesmo tendo o porte físico de um.

Do nascimento até o início da adolescência, os pais são os principais modelos da criança, com quem elas aprendem, principalmente por imitação. Filhos de pais que os abusam ou negligenciam tendem a sofrer de vários problemas psicológicos, inclusive, depressão.

 

[editar] 0 - 18 meses

Neste estágio, o bebê é totalmente dependente de terceiros (geralmente, dos pais) para quaisquer coisas como locomoção, alimentação ou higiene. Neste período, o bebê aprende atos básicos de locomoção como sentar, engatinhar, andar. Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até que o sexto mês de vida; isso porque o leite materno tem uma composição mais adequada, tem menor custo e exige cuidados mais simples em relação a outros tipos de leite, bem como possui anticorpos e outros fatores para proteger o lactente de infecções, e ainda fortalece a relação entre a mãe e seu filho. Caso haja empecilho ou, raramente, contra-indicação, ao aleitamento materno, leites substitutos como de vaca, cabra ou soja podem ser usados, além de leites de vaca modificados para ter composição mais semelhante ao humano. Esses leites, porém, têm maior risco de induzir alergias na criança (especialmente os leites animais in natura), e exigem suplementação de nutrientes como ferro ou ácido fólico, exceto aqueles que têm adição de vitaminas. Após o sexto mês de vida, a dieta alimentar de um bebê começa a variar, com a introdução lenta e gradual de novos alimentos.

Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras. Este período é caracterizado pelo egocentrismo, pois o bebê não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo.

 

[editar] 18 meses - 3 anos

Criança soprando um dente-de-leão.
Criança soprando um dente-de-leão.

A pequena criança neste estágio cresce menos do que durante os primeiros 18 meses de vida. A criança, então, pode correr uma curta distância por si mesma, comer sem a ajuda de terceiros, e falar algumas palavras que têm significado (por exemplo, mamãe, papai, bola, etc), e a expectativa é que a criança continue a melhorar estas habilidades.

O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos três anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas (e corretas gramaticalmente) usando palavras já aprendidas, e possui um vocabulário de aproximadamente 800 a mil palavras.

A criança lentamente passa a compreender melhor o mundo à sua volta, e a aprender que neste mundo há regras que precisam ser obedecidas, embora ainda seja bastante egocêntrica - comumente vendo outras pessoas mais como objetos do que pessoas, não sabendo que estas possuem sentimentos próprios. Assim sendo, a criança muitas vezes prefere brincar sozinha a brincar com outras crianças da mesma faixa etária. No final desta faixa etária, uma criança geralmente já sabe diferenciar pessoas do sexo masculino e pessoas do sexo feminino, e também já começa a ter suas próprias preferências, como roupas e entretenimentos, por exemplo. Pode também ser capaz de se vestir sem a ajuda de terceiros, e de antecipar acontecimentos.

 

[editar] 3 a 4 anos

Crianças em um jardim de infância afegão.
Crianças em um jardim de infância afegão.

Crianças desta faixa etária começam a desenvolver os aspectos básicos de responsabilidade e de independência, preparando a criança para o próximo estágio da infância e os anos iniciais de escola. As crianças desta faixa etária são altamente ativas em geral, constantemente explorando o mundo à sua volta. As crianças passam também a aprender que na sociedade existem coisas que eles podem ou não fazer.

Nesta faixa etária, a criança já compreende melhor o mundo à sua volta - tornando-se gradualmente menos egocêntrica - e melhor compreendendo que suas ações podem afetar as pessoas à sua volta. Também passam a compreender que outras pessoas também possuem seus próprios sentimentos. Assim sendo, as crianças gradualmente aprendem sobre a existência de padrões de comportamentos - ações que podem ou devem ser feitas, e ações que não devem ser feitas. Os pais da criança - os principais modelos da criança, nesta faixa etária - geralmente determinam se uma dada ação da criança foi boa ou má, muitas vezes recompensando a criança pelas suas boas ações e castigando a criança pelas suas más ações.

Crianças, a partir dos três anos de idade, também passam a aprender padrões de comportamento de um processo chamado identificação. As crianças passam a se identificar com outra pessoa por causa de vários motivos, incluindo laços de amizade (um amigo ou uma pessoa próxima como outro parente ou uma babá, por exemplo) e semelhanças físicas e psicológicas. Também a partir dos três anos de idade que as crianças passam a ver diferenças entre pessoas do sexo masculino e feminino, tanto nos aspectos físicos quanto nos aspectos psicológicos, como os estereótipos dados a ambos os sexos pela sociedade (exemplos: menino brinca com bola, menina brinca com boneca).

A grande maioria das crianças abandona as fraldas nesta faixa etária. A partir dos três anos de idade, a criança cresce lentamente, em contraste com o crescimento acelerado ocorrido desde o nascimento até os dezoito meses de vida. Meninos e meninas têm peso e altura semelhantes.

 

[editar] 5 - 9 anos

A partir do quinto ano de vida, crianças passam a dar um crescente valor à amizade.
A partir do quinto ano de vida, crianças passam a dar um crescente valor à amizade.

O período entre cinco a nove anos de idade é marcado pelo desenvolvimento psicológico da criança. Esta continua a se desenvolver fisicamente, lenta e gradualmente, mas acima de tudo elas se desenvolvem e amadurecem socialmente, emocionalmente e mentalmente.

Na maioria das sociedades, as crianças já aprenderam regras e padrões de comportamento básicos da sociedade por volta do quinto ano de vida. Elas aprendem então a discernir se uma dada ação é certa ou errada. A vida social da criança passa a ser cada vez mais importante, e é comum nesta faixa etária o que se chama de o(a) melhor amigo(a).

Na maioria dos países, crianças precisam ir à escola, geralmente a partir do sexto ou do sétimo ano de vida. Nesta faixa etária, regras básicas da sociedade são mais bem compreendidas. Aqui, é dada ênfase à capacidade de resolução de problemas, uma habilidade que é aperfeiçoada com o passar do tempo. A racionalização também é uma habilidade que é aprendida e constantemente melhorada. Até o quinto ou sexto ano de vida, as crianças muitas vezes procuram resolver problemas através da primeira solução - certa ou não, racional ou não - que vem à sua mente. Após o quinto ou o sexto ano de vida, a criança passa procurar por diversas soluções, e a reconhecer a solução correta ou aquela que mais se aplica ao solucionamento do problema.

Por volta dos sete ou oito anos de idade, as crianças passam a racionalizar seus pensamentos e suas crenças, procurando as razões, os porquês por trás de um problema ou de um fato. Assim, as próprias crianças passam a analisar os padrões de comportamento ensinados pela família e sociedade. Além disso, a partir dos seis anos de idade, as crianças passam a se comparar com outras crianças da mesma faixa etária. Estes dois fatos, aliados ao crescimento da vida social da criança, diminuem a importância dos pais e da família como modelos de comportamento da criança, e aumentam a importância dos amigos e dos professores.

Crianças em sala de aula de uma escola japonesa.
Crianças em sala de aula de uma escola japonesa.

A comparação que uma dada criança faz de si mesma à outra também afeta a auto-imagem e a auto-estima da criança - a opinião que uma pessoa tem de si mesma. O tipo de auto-imagem formada durante a infância pode influenciar o comportamento desta pessoa na adolescência e na vida adulta. As crianças passam a desenvolver a auto-imagem após os três anos de idade, à medida que as crianças se identificam com seus pais, parentes, e posteriormente, pessoas próximas. Esta auto-imagem pode ser positiva ou negativa, dependendo das atitudes e das emoções das pessoas com as quais a criança se identifica. Crianças com auto-imagens positivas geralmente possuem boas impressões de seus pais e uma ativa vida social; por outro lado, auto-imagens negativas costumam ser fruto de famílias disfuncionais, onde o relacionamento entre seus membros seja problemático. A comparação que uma criança faz em relação a outras crianças pode alterar esta auto-imagem. Além disso, vários outros fatores podem influenciar o comportamento de uma criança, como abuso infantil, problemas sócio-psicológicos (vítima de agressão na escola, por exemplo) e eventos marcantes (perda de um parente ou amigo, por exemplo).

Os dentes de leite começam a cair no sexto ano de vida, um por um, até a adolescência. O crescimento de peso e altura é pequeno e semelhante entre meninos e meninas, que continuam a ter peso e altura semelhantes. Quanto à força física, em teoria, meninos e meninas desta faixa etária têm força física semelhante, mas meninos, por geralmente serem mais incentivados pela sociedade a participar de atividades físico-esportistas, tendem a ter um pouco mais de força física do que as meninas.

 

[editar] 10 Pré-adolescência

A partir dos 10 anos de idade, crianças passam a dar mais importância a um grupo de amigos que possuem gostos semelhantes.
A partir dos 10 anos de idade, crianças passam a dar mais importância a um grupo de amigos que possuem gostos semelhantes.

A faixa etária que vai desde o décimo ano de vida é época de intensas mudanças físicas e psicológicas: é a chamada pré-adolescência. Nesse período da vida as crianças passam a ter mais responsabilidades (deveres), ao mesmo tempo em que passam a querer e exigir mais respeito de outras pessoas - particularmente dos adultos. A criança nesta faixa etária passa a compreender mais a sociedade, ordens sociais e grupos, o que torna esta faixa etária uma área instável de desenvolvimento psicológico.

A participação num grupo de amigos que possuem gostos em comum passa a ser de maior importância para a criança, onde o modelo dado pelos amigos começa a obscurecer o modelo dado pelos pais. Começam as preocupações como a expectativa de ser aceito por um grupo, ou certas diferenças em relação a outras crianças da mesma faixa etária se agravam aqui, e são um aspecto de maior importância na adolescência. Muitas vezes, pré-adolescentes sentem-se rejeitados pela sociedade, podendo desencadear problemas psicológicos tais como depressão ou anorexia, por exemplo.

A pré-adolescência é marcada pelo início das intensas transformações físicas que transformam a criança em um adulto; é o início da puberdade, marcada principalmente pelo aumento do ritmo de crescimento corporal e pelo amadurecimento dos órgãos sexuais.

A puberdade para as meninas chega entre o 10º e o 12º ano de vida, onde os primeiros pelos pubianos e nas axilas aparecem, vem a primeira menstruação, os seios começam a crescer. Neste período, as meninas passam, em média, a ser mais altas e mais pesadas que os meninos, onde a puberdade ainda não começou. A maturação dos órgãos sexuais inicia-se geralmente depois, no 11º ao 14º ano de vida. Somente mais tarde, no 12º ao 14º anos de vida, a puberdade começa para os meninos, começo de um alto crescimento físico (em altura, peso e força muscular), crescimento de pelos pubianos e nas axilas e engrossamento do timbre de voz. Com o pico do crescimento físico da maioria das meninas já havendo terminado, os meninos passam à frente das meninas, definitivamente, em peso, altura e força muscular. A maturação dos órgãos sexuais dá-se geralmente depois, no 14º ao 15º ano de vida.

 

[editar] Gênero

Ver artigos principais: Gênero, papel social de gênero.
Um menino jogando futebol.
Um menino jogando futebol.

Crianças do sexo feminino são chamadas de meninas, e crianças do sexo masculinos são chamados de meninos. Uma pequena percentagem dos humanos são hermafroditas - embora o hermafroditismo seja apenas uma distinção biológica, e não necessariamente social ou psicológica. Fora as diferenças existentes no sistema reprodutor, meninos e meninas não diferem muito fisicamente entre si até o início da puberdade, com crianças de ambos os sexos, com a mesma idade, possuindo aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso.

As crianças de ambos os sexos crescem em altura por igual até os nove - dez anos de idade, quando o início da puberdade nas meninas faz com que elas se tornem, na média, mais altas do que os meninos, até os doze anos de idade, quando a puberdade tem início nos meninos, com a altura e o peso médio dos meninos superando os das meninas. Uma criança de nove anos possui em média entre 130 a 140 centímetros de altura, nos Estados Unidos da América. Quanto à massa corporal, o peso médio dos meninos é entre 25 a 37 quilogramas, enquanto o peso médio das meninas é geralmente um pouco menor - possivelmente por causa de estereótipos impostos pela sociedade, embora alguns especialistas crêem que diferenças genéticas estejam por trás desta diferença. Uma criança não é necessariamente anormal se seu peso e/ou altura são maiores ou menores do que a média.

Uma menina.
Uma menina.

Um assunto muito discutido são as diferenças psicológicas entre meninos e meninas no que se refere à identidade sexual das crianças. Enquanto a maioria dos psicólogos acreditam que as diferenças psicológicas entre ambos os sexos seja determinada primariamente pelo ambiente onde a criança vive e pelos estereótipos impostos à criança pela sociedade, alguns especialistas, primariamente geneticistas, consideram que a genética possui maior peso nestas diferenças.

 

[editar] Diferenças de inteligência

Ver artigo principal: Quociente de inteligência
Uma vocação, de William-Adolphe Bouguereau.
Uma vocação, de William-Adolphe Bouguereau.

As diferenças de inteligência entre diferentes crianças são feitas através de testes de quociente de inteligência. Tais testes servem para indicar a habilidade mental no geral de uma criança em relação à média de outras crianças da mesma idade. A média é igual a 100. A perfomance da criança no teste é pontuada. Cerca de dois terços das crianças são consideradas normais (pontuação entre 84 a 116). Um sexto pontuam mais do que 116, e são consideradas super-dotadas. Um sexto das crianças pontuam menos de que 84, neste caso, a presença de uma deficiência mental (e muitas vezes permanente - com vários graus de severidade) é considerada - embora várias crianças pontuem menos do que a média por causa de problemas psicológicos.

Os testes de quociente de inteligência são usados especialmente para o auxílio do diagnóstico de problemas neurológicos ou psicológicos, e também em testes que visam ao estudo da genética, seu papel no desenvolvimento de uma pessoa e no seu papel do desenvolvimento das diferenças entre diferenças psicológicas entre diversas pessoas. A pontuação de pessoas relacionadas geneticamente (ou seja, possuem laços de família) que fizeram pelo quociente de inteligência geralmente diferem menos do que as diferenças entre a pontuação de pessoas não relacionadas geneticamente, o que sugere que a genética tem um peso considerável - se não majoritário - na habilidade mental de uma pessoa. Porém, outros especialistas acreditam que é o ambiente no qual a criança vive que é o fator primário na formação psicológica e da habilidade mental. Estes especialistas fazem uso de estudos entre crianças culturalmente deprivadas - crianças que são criadas sem os estímulos necessários que as ajudam na educação escolar e/ou que sofrem de abuso infantil, e que possuem no geral um quociente de inteligência menor do que a média. O quociente de inteligência destas crianças, nos estudos realizados, aumentou muito após receberem cuidados especiais.

Já outros especialistas questionam o uso destes testes, e que tais testes não são eficientes para medir a habilidade mental e a inteligência como um todo de uma criança. Estes especialistas alegam que a inteligência envolve vários fatores - memória, lógica e originalidade, por exemplo, e que uma criança pode destacar-se em uma ou mais áreas enquanto sofre dificuldades em outras.

 

 SEXUALIDADE

 

 

   
 
CONHECENDO A SEXUALIDADE INFANTIL
 
 

Marilandes Ribeiro Braga

 

 

 

As descobertas de Freud sobre a sexualidade infantil provocaram grande espanto na sexualidade conservadora do final do século XIX, visto que até esta época a criança era vista como um símbolo de pureza, um ser assexuado.
Ao longo dos tempos, a sociedade vem, pouco a pouco, se familiarizando e compreendendo as diferentes formas de expressão da sexualidade infantil. Sexualidade esta que evolui, segundo Freud, de acordo com etapas de desenvolvimento que ele denominou de fase oral, anal, fálica, latência e genital.
Embora as características de cada uma destas fases estejam amplamente difundidas nos meios de comunicação, de tal forma que os pais possam reconhecer as manifestações desta sexualidade em seus filhos, persiste ainda muito equívocos na forma como eles lidam com esta questão.
É comum encontrarmos pais que se espantam ao se defrontarem com seus filhos se masturbando, ou que explicam com meias verdades as clássicas perguntas infantis sobre a origem dos bebês.
A sexualidade na criança nasce masculina - feminina, macha ou fêmea, futuramente que será homem ou mulher. Entra fatores culturais para modelar.
Durante a infância ocorre desenvolvimento de jogos corporais aonde as crianças vão se descobrindo e amadurecendo.
A sexualidade é reconhecida como um instinto com o qual as pessoas nascem e que se expressa de formas distintas de acordo com as fases do desenvolvimento que são:
 
Fase Oral
Fase Anal
Fase Fálica
Período de Latência
 
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL SEGUNDO FREUD

Fase Oral
Período: de 0 a 1 ano aproximadamente.
Características principais: a região do corpo que proporciona maior prazer à criança e a boca. É pela boca que a criança entra em contato com o mundo, é por esta razão que a criança pequena tende a levar tudo o que pega à boca. O principal objeto de desejo nesta fase é o seio da mãe, que além de alimentar proporciona satisfação ao bebê.
Fase Anal
Período: 2 a 4 anos aproximadamente
Características: Neste período a criança passa a adquirir o controle dos esfíncteres a zona de maior satisfação é a região do anus.
 
Ambivalência (impulsos contraditórios)
 
A criança descobre que pode controlar as fezes que sai de seu interior, oferecendo-o à mãe ora como um presente, ora como algo agressivo.
 
É nesta etapa que a criança começa a ter noção de higiene.
 
Fases de birras.
Fase Fálica
Período: de 4 a 6 anos aproximadamente.
Características: Nesta etapa do desenvolvimento a atenção da criança volta-se para a região genital.
Inicialmente a criança imagina que tanto os meninos quanto as meninas possuem um pênis. Ao serem defrontadas com as diferenças anatômicas entre os sexos, as crianças criam as chamadas "teorias sexuais infantis", imaginando que as meninas não tem pênis porque este órgão lhe foi arrancado (complexo de castração). É neste momento que a menina tem medo de perder o seu pênis.
Neste período surge também o complexo de Édipo, no qual o menino passa a apresentar uma atração pela mãe e se rivalizar com o pai, e na menina ocorre o inverso.
Fase de Latência
Período: de 6 a 11 anos aproximadamente.
Características: este período tem por característica principal um deslocamento da libido da sexualidade para atividades socialmente aceitas, ou seja, a criança passa a gastar sua energia em atividades sociais e escolares.
Fase Genital
Período: a partir de 11 anos.
Características: neste período, que tem início com a adolescência, há uma retomada dos impulsos sexuais, o adolescente passa a buscar, em pessoas fora de seu grupo familiar, um objeto de amor.
A adolescência é um período de mudanças no qual o jovem tem que elaborar a perda da identidade infantil e dos pais da infância para que pouco a pouco possa assumir uma identidade adulta.  (CRISTIANE DIEL)
 
INFÂNCIA E SEXUALIDADE ( Marlene Roloff)
Não existe melhor momento na vida do que a infância, é nessa época que você aprende as coisas importantes e úteis possíveis, que vão lhe seguir pelo resto da vida. A infância guarda os eternos momentos, que insistem em nunca mais acontecer, seja pelo seu desenvolvimento de corpo e mente ou pelas oportunidades que insistem em não se repetir.
Dosagem de limites é uma velha receita que ainda continua sendo eficiente quando o assunto é a formação infantil.Adultos sensatos são formados na infância, quando os pais conseguem dosar as responsabilidades com a liberdade.
Pesquisas comprovam que em infância aponta que a falta de limites está intimamente ligada à ausência dos pais. Eles tentam recompensar a presença escassa, gerada principalmente pelo trabalho, e acabam cedendo demais.Conversar sobre todos os assuntos com os pequenos também é indispensável, até a sexualidade deles é mais aflorada, por causa do que eles vêem, mas é impróprio para a idade. As crianças de 10 anos acham super normal beijar na boca, o que antes para os adolescentes era um sonho.Cabe a cada família dialogar, estabelecer limites para cada criança..
Em entrevista uma psicóloga avalia que nos próximos anos deverá ser iniciada a inversão da situação atual. Esse excesso de informação vai cansar e a criança vai querer voltar a brincar de amarelinha e esconde-esconde.Deixar os pequeninos amadurecerem naturalmente.É na infância que se vê a verdadeira graça da vida..
A infância é sim um dos melhores momentos de nossa vida, mas umainfância bem vivida, em conjunto, com o ambiente familiar aconchegante, nos garante apreciar todos os momentos de nossa vida, como se fossem os melhores.
 

  Sexualidade é essa necessidade de receber e expressar afeto e contato, que todas as pessoas têm e que traz sensações prazerosas e gostosas para cada um. Assim, sexualidade não é apenas sexo, é o toque, o abraço, o gesto, a palavra que transmite prazer entre pessoas e que temos desde antes de nascer, na barriga da mãe, quando bebês e durante toda a vida. Conforme vamos crescendo, descobrimos também o prazer provocado pelo contato sexual, através do estímulo que fazemos em nós mesmos ou com outras pessoas. Essa forma de exprimir a sexualidade vai se juntar às outras maneiras de contato que já vinhamos vivendo desde bebês, gerando a sexualidade adulta.(Roseli Roos)

SOMOS HERDEIROS DE UM PASSADO EM QUE O SEXO ERA TRATADO COMO ALGO VELADO, PROIBIDO. E MUITOS EDUCADORES AINDA HOJE NÃO CONSEGUEM SE LIBERTAR, NÃO SE SENTEM SEGUROS E PREPARADOS PARA FALAR DE SEXO NA ESCOLA.(MARISA APARECIDA GRANEMMAN DE ALMEIDA E JOSÉ RAIMONDO FACION)

O ASSUNTO É SEXO. E É SÉRIO

Respeitar o próprio corpo e o dos outros, tratar com objetividade os assuntos íntimos e ter informação para planejar uma vida sexual saudável.

As discussões sobre sexualidade vêm sendo um desafio que permeia a prática pedagógica dos docentes.

São inúmeros os desafios sobre a sexualidade que se apresentam  aos docentes, gerados por situações cotidianas, como por exemplo, programas televisivos, revistas, propagandas entre outros. Nunes(1987) afirma que desde o nascimento a sexualidade está presente na vida do ser humano. É na família que a sexualidade primeiramente é educada. Percebe-se que as famílias é que tem dificuldades em tratar o tema com as crianças. Assim a tarefa de educar a sexualidade das crianças tem sido repassada para as escolas. Isso exige do educador planejamento para atuar com as crianças.

Buscando esclarecer para as crianças o ententimento sobre a sexualidade respeitando o que a criança possui de conhecimento, quando é correto. para melhor entender a sexualidade, é preciso compreender que tal tema implica em valores culturais, morais e também as transformaçoes sociais.

É através das atitudes das crianças que será possível identificar como a sexualidade foi constituída na convivência familiar. Escola e famílias precisam ter o cuidado, ao tratar da sexualidade de não moldar as crianças com conceitos, preconceitos ou vulgares. É possível desenvolver projetos que contemplem questões que passam pelo prazer de pensar, respeito por si e pelo outro, desenvolvendo uma visão crítica e reflexiva com o corpo e a sexualidade.

Nunes, Cesar: Desvendando a sexualidade. Campinas. Papirus, 1997

 

Nós professores devemos estar preparados para lidar com as manifestações da sexualidade das crianças. Talves fazer um curso de capacitação sobre os principais temas, como falar e agir com crianças , prazer e limites.

Acho importante o envolvimento dos pais neste trabalho. Convidar alguém para falar sobre as principais manifestações da sexualidade na infância.Fazer um grupo de estudos com temas ligados à sexualidade e discutir as experiências em sala de aula.

Tenho um aluno do primeiro ano que quando vai fazer um trabalho de recorte procura em toda revista para achar mulher pelada,  .recorta e coloca no bolso.Um outro caso de um aluno do segundo ano que desenha os colegas fazendo sexo e dá nome aos desenhos. Resultado, mãe na escola para reclamar do aluno. a situação deste aluno é muito complicada, mora com a vó que é doente e está de cama , e os netos vivem na rua quando não estão na escola.

Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. perdem o impacto quando você explica o significado de cada um , deixa bem claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados.

 

MARLENE ROLOFF 

 

Acreditamos que a escola não pode ser conivente com essa sexualidade reprimida e consumista que vem se estendendo ao longo de sua história.Ela deverá exercer seu papel visando promover a superação dessa realidade, investindo sobre um novo conceito de sexualidade, sem medo, sem vergonha, sem preconceito como algo prazeroso  que faz parte de todos os indivíduos e se perpetua pela vida toda.(Referência:Mariza Granemman de Almeida, José Raimondo Facion. 

 

Se a sexualidade é inerente a todos os indivíduos e precisamos vivenciá-la e  ao longo da nossa vida, por que nos deter em preconceitos, por que tratá-la como se fosse pecado e imoral, achar que só os outros é que a praticam? Não será a sexualidade um processo normal que todos precisam viver para estruturar sua vida sexual?  

 

Roseli Roos

 

Data de Postagem:29-09-08

 

 

A sexualidade faz parte do desenvolvimento do ser humano e a forma como for abordada dependerá de como a pessoa verá a sua própria vida sexual. Essa descoberta da sexualidade acontece na infância, por esse motivo devemos observá-la da forma mais natural possível. O despertar dessa sexualidade deverá ser aceito de forma tranqüila pelos educadores, evitando surpresas ou situações de repressão.Sempre a sexualidade esteve presente como forma de discussão numa abordagem ilícita e repressiva e acredita que isso esteja fundamentado por falta de conhecimento de como essa aprendizagem acontece no ser humano. E por ela estar vinculada na infância todos os olofotes encontra-se-ão ai. Nas suas manifestações, muitas vezes, as crianças tentam representar o visualizam para tentar compreender. Somos nós os adultos que temos os conceitos elaborados e agimos de forma preconceituosa.

 

Renata Silva

Data da postagem: 04/10/2008

 

 

 

Observando  o comportamento das crianças quanto questões da  sexualidade, percebo que as curiosas perguntas surgem e devem ser respondidas da forma mais natural possível e somente o que foi perguntado. Muitas vezes, o adulto ,ansioso,acaba  por dar explicações que não interessam à criança.A manipulação dos órgão genitais são os primeiros indícios do interesse sexual, após, surge o interesse pelas diferenças entre os sexos, o toque do corpo alheio(beijos, manipulação)namoros e jogos intersexuais. E aqui entra o nosso papel de educador projetando nas crianças o respeito aos colegas, mas isso não pode acontecer de forma preconceituosa ou repressiva, mas educativa.

O aparecimento da masturbação é um acontecimento normal e fisiológico na infância, significa uma preparação para a vida sexual adulta. Quando a criança não se toca pode tornar-se, mais tarde um adulto com inibição sexual.Os jogos sexuais(toque, imitação do ato sexual) surgem do desejo de explicar e descobrir as diferenças anatômicas dos sexos. Não é anormal ou imoral, ficam incorporadas a vivência infantil como os demais jogos. A freqüência com que isso ocorre é que determina o caráter patológico. O fato de crianças do mesmo sexo explorarem o corpo uma da outra não significa que mais tarde terão uma identidade  homoxesual, pois significa apenas o desejo de explicar sensações corporais, que nada tem de anormal ou definitivo.

 

Renata Silva

 

Postado 05/10/2008

 

Sexualidade é a necessidade de receber e expressar afeto e contato, que todas as pessoas têm e que traz sensações prazerosas e gostosas para cada um.Sexualidade não é apenas sexo, é um abraço uma palavra que transmite prazer entre pessoas.

A criança vendo uma relação afetiva entre seus pais e estes com seus bebês , a maneira de como se relacionam, e quando os limites de cada papel e relação ficam bem definidos e marcados, quando a criança pode concluir que amar é ou não possível, está recebendo educação sexual.

É importante que as curiosidades da criança tenham espaço  para serem colocadas respondidas com clareza, simplicidade, na medida em que esta curiosidade vai se dando.

Ás vezes , alguns pais querem se livrar logo de assuntos  e frustram as crianças falando além da necessidade do que perguntou. Responder a criança de maneira simples, clara e objetiva satisfazer sua curiosidade. Muitas vezes a não satisfação ou o excesso de informações gera ansiedade e tensão.

Marlene Roloff

Postado 06/10

 

 

 

    A Educação Sexual inclui todo o processo informal pelo qual aprendemos sobre a sexualidade ao longo da vida, seja através da família, da religião, da comunidade, dos livros ou da mídia.

    A sexualidade é construída, basicamente, a partir das primeiras experiências afetivas do bebê com a mãe e com o pai ou com quem cuida dele. Seguem-se as relações com família, amigos, eas influências do meio cultural.

Freud, ainda no início do século, através de seus trabalhos, constatando a existência da sexualidade infantil, da curiosidade natural das crianças a respeito de sua origem e das dificuldades decorrentes quando elas não conseguem responder a essas questões, alguns preconceitos e até tabus têm impedido os pais de conversarem com seus filhos e há distorções na forma correta de informá-los. Outro fator agravante é quando a mídia trata a sexualidade com vulgaridade, se tornando pornografia.

    Os tabus e a pornografia é o que levam muitos a considerar a sexualidade algo feio, imoral e pecaminoso e não algo sublime. É a banalização do sexo, em que inexistem projetos e afetividade entre as partes envolvidas e a relação entre elas transform-se em mera relação de uso e de troca. PRECISAMOS APRENDER A PENSAR COM A SEXUALIDADE.

CARLA MAUS 07/10/08

 

 

ORIENTAÇÃO SEXUAL E SUAS COMPETÊNCIAS

 

A orientação sexual se propôe a fornecer informações sobre sexualidade e a organizar um espaço de reflexões e questionamentos sobre postura, tabus, crenças e valores a respeito de relacionamentos e compartamentos sexuais. A orientação sexual abrange o desenvolvimento sexual compreendido como: saúde reprodutiva, relações interpessoais, afetividades, imagem corporal, auto estima e relações de gênero.

O trabalho de orientação sexual procura ajudar crianças e adolescentes a terem uma visão positiva da sexualidade, a desenvolverem uma comunicação clara nas relações interpessoais, a elaborarem seus próprios valores a partir de um pensamento crítico, a compreenderem o seu comportamento e o do outro e a tomarem decisões responsáveis a respeito de sua vida sexual, agora e no futuro.

Graziela Maus         07/10/08

 

Colegas!

 

Não seria oportuno formatar todas as discussões que mantivemos aqui  sobre sexualidade e oferecer à comunidade escolar e alunos um    Projeto ,com estudos e trabalhos que explorassem e desmistificassem  preconceitos e posições estereotipadas sobre sexo e sexualidade?

Quem sabe nortear o trabalho partindo das dúvidas e curiosidades dos alunos, onde eles poderão se manifestar através de cartinhas escritas e  sem identificação?

Roseli Roos 12-10-08

 

A educação sexual, na espécie humana, tem continuidade garantida pela aprendizagem e suas transformações e se produzem na cultura. Já os animais, mantêm o comportamento com a mesma estrutura e forma graças à codificação genética.

Vejo, na realidade, muitas crianças em abandono total devido a situação de violência intrafamiliar e, muitas vezes, são deixadas desamparadas e estão expostas a várias formas de perigo. A negligência, entendida como privação de algo de que a criança necessita e que é essencial ao seu desenvolvimento sadio, como:privação de alimentos, medicamentos, acesso à escola,... é tão comum, infelizmente.

Existe, também, dentro de algumas famílias a violência psicológica com a criança, que é a interferência negativa do adulto sobre a competetência social da criança, produzindo na mesma um padrão de comportamento destrutivo. Até existem crianças que sofrem de violência física que é, muitas vezes, o abuso sexual do próprio parente, entre outras agressões.

A violência intrafamiliar contra crianças produz danos imediatos e a longo prazo, gera marcas profundas no desenvolvimento infantil, tais como: fobias, fraturas, pânico, hiperagressividade, regressão a fases anteriores, distúrbios do sono, comportamento autodestrutivo, outros.

Quando se fala em violência, pode-se dividi-la, de maneira geral, em dois tipos: violência estrutural, quando surge dos sistemas políticos, econômicos e social dominantes, que negam benefícios e acesso a uma vida para um grande número de pessoas, servindo de base para a violência direta, porque influi nas pautas de socialização que levam os indivíduos a aceitar e aplicar sofrimentos, segundo a função social que desempenham. Há também a violência aberta ou direta que é exercida mediante a agressão, as armas e a força física.

Concluo, que a violência não se expressa apenas nas relações entre classes sociais, ela se expressa também nas relações interpessoais, nas relações cotidianas onde grupos de pessoas também são submetidos à vontade do outros.

No Brasil, a família sempre foi considerada como uma instituição que traz conforto e segurança emocional, mas isso não é verdade para todos os grupos sociais. Ela é também um lugar muito perigoso onde cotidianamente as relações desiguais produzem conflitos. São inúmeros os casos de derespeito à criança e ao/à adolescente dentro da família, onde os adultos/as, em nome da boa educação, subjugam, utilizam força física, impedem seus filhos/as de enunciarem seus desejos, esquecendo que são sujeitos de direitos. 

Família e estrutura governamental  é muito importante para a organização da sociedade, onde a educação é o que deverá nortear um contexto de uma relação de vida mais sadia de nossos "pequenos"em suas fases de desenvolvimento, para deixar de ser asim: a sexualidade aflorada na infância ser algo tão comum, em nossos dias.

Professora Carla Maus 12/10/2008  

 

 

 

  COMO EU NASCI?    EXPLICAÇÕES MUDAM COM O TEMPO ( Fonte: Revista Veja )

 

ANOS 30 - Fase Rural- Você nasceu na horta dentro de um repolho.

ANOS 40 E 50 - Fase Animal- Você veio no bico de uma cegonha.

ANOS 60 - Fase Romântica- Você é o fruto do amor do papai e da mamãe.

ANOS 70- Fase Técnica- Papai colocou uma sementinha na mamãe.

ANOS 80- Fase Científica- O esperma do papai fecundou o óvulo da mamãe.

ANOS 90- Você nasceu da transa dp papai com a mamãe.

 

 Só então percebemos o quanto precisamos nos reciclar, ir em busca, pesquisar, estudar sobre este assunto tão intrigante e curioso que é a sexualidade, até que ponto estamos preparados para trabalharmos este assunto em sala de aula?

Graziela Maria Maus 23/10/2008

 

 

Sexualidade Infantil - Como Abordar

Já faz quase um século que Freud descreveu a sexualidade infantil, escandalizando a sociedade daquela época. Desde então, muito se estudou e falou sobre este assunto e, mais recentemente, com a inclusão da educação sexual nas escolas, os pais estão se dando conta de que as antigas fórmulas de “se livrar” do problema já não funcionam mais.

As crianças sofrem cada vez mais a influência da TV, de amigos, de parentes, de babás e empregadas, muitas vezes recebendo noções erradas e prejudiciais. Se nós, os pais, conseguirmos manter um canal aberto com nossos filhos, poderemos discutir e intervir no que não nos parecer correto.

Freqüentemente temos dúvidas sobre o que responder e até onde responder às perguntas de nossos filhos,e alunos. Queremos que nossos filhos e alunos sejam mais bem preparados do que fomos, e que vivam sua sexualidade de forma mais consciente, mas não sabemos como fazê-lo. É importante, primeiro, que nos remetamos às nossas próprias dúvidas a este respeito quando éramos crianças mais fácil entender a curiosidade de nossos filhos.e alunos.. . Dependendo da atitude dos pais, as crianças aprendem se sexo é bonito ou feio, certo ou errado, conversável ou não.Há até bem pouco tempo, dizia-se às crianças que elas teriam vindo trazidas pela cegonha, ou que haviam sido compradas no hospital, ou ainda que teriam brotado de uma flor, etc. Hoje, sabemos que não há necessidade de mentir às crianças, mesmo porque elas são muito mais espertas, recebem informações de várias fontes, e, portanto, estas “mentirinhas bobas” só servirão para nos desacreditar ante os nossos filhos.e alunos Não pode ser considerado feio falar de algo que é natural. O melhor a fazer é falar a verdade, introduzindo neste momento palavras científicas ( pênis, vagina) para que possamos mostrar a seriedade do assunto, evitando assim gozações, malícia, palavras de duplo sentido.Inicialmente, as dúvidas das crianças dizem respeito às diferenças anatômicas entre os sexos e ao nascimento propriamente dito. Elas fazem suas próprias teorias sexuais, hipóteses acerca de como os bebês vão parar nas barrigas de suas mães. Aos poucos, estas teorias vão sendo questionadas e surgem então as dúvidas a respeito de como são produzidos, enfim, os bebês.

As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais e mais ou, ainda, que vá procurar as respostas em outras fontes nem sempre confiáveis; por outro lado, dar respostas extensas demais, do tipo “aula completa”, também não é indicado, é preciso buscar respostas de acordo com o que a criança for solicitando. É importante ficar claro o que exatamente ela gostaria de saber, para que a medida da resposta seja suficiente. A própria criança dará os sinais do momento mais adequado de saber cada coisa

 

.Dormir na cama dos pais é absolutamente contra-indicado; é necessário firmeza neste sentido. A cama dos pais pode ser o lugar perfeito para gostosas brincadeiras antes de dormir, ou ainda quando a família acorda pela manhã, mas não é recomendável que o filho tome o lugar de um dos pais ausente à cama, pois erotiza a criança de forma inadequada: elas fazem fantasias que não são benéficas ao desenvolvimento emocional. É preciso também dar a noção de privacidade aos filhos. Se a criança alegar medo, é preferível que um dos pais vá até a cama dela e a tranqüilize, voltando à sua cama em seguida.Sobre a nudez dos pais na frente da criança, o importante é buscar proceder da maneira mais espontânea possível, permitindo à criança a percepção das diferenças entre os sexos. É preciso usar o bom senso e a honestidade. A curiosidade diminuirá com o tempo, a partir dos seis ou sete anos a criança começará a ter pudor. O fundamental é ficar claro que a naturalidade permite uma visão saudável da sexualidade.

 

POSTADO POR MARLENE ROLOFF 24/10

 

 

 

Sexualidade não é sinônimo de coito e não se limita a presença ou não de orgasmo.Ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e a saúde física e mental. (Organização Mundial da Saúde) 

Roseli Roos postado em 26-10-08     

 

 

diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2008/05/02/sexualidade-infantil-como-abordar/ - 72k

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Escolhemos o tema sexualidade porque como educadoras encontramos dificuldades relacionadas às questões referentes à sexualidade dos alunos.

Tínhamos uma visão conservadora e curiosa sobre as manifestações apresentadas pelos alunos a respeito dos jogos sexuais e das diferenças anatômicas dos sexos.

Após, às trocas, interações e participações tivemos outro olhar sobre estas manifestações e o entendimento que são naturais e fazem parte da condição humana.

Portanto, as perguntas e curiosidades devem ser respondidas e encaradas com naturalidade satisfazendo ao interesse que a criança apresenta, diante desses sentimentos e ações, porque está estruturando dessa forma, sua futura vida sexual.

Entendemos que como profissionais da educação, é fundamental estarmos sempre buscando conhecimentos, para melhor entendimento e compreensão dos diferentes comportamentos dos alunos e do contexto histórico – sócio – cultural que estão inseridos.

 

 

 

 

 

 

MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO EM GRUPO

 

 

 

 

 

 

 

Projeto de Aprendizagem do grupo: Sexualidade na Infância

 

Componentes do grupo: Marlene Roloff, Cristiane Diel, Roseli Roos, Graziela Maus, Carla Maus e Renata Maria Silva da Silva

 

Coordenador do grupo: Roseli Roos

 

Data da auto-avaliação: ­­ 30/10/2008

 

 

 

 

 

1. O grupo tem regras claras para a participação de seus membros? Citem no máximo 3 regras que o grupo considera principais e norteadoras do trabalho até então desenvolvido e como se constituíram. 

 

Sim, Cooperatividade, todos devem se empenhar objetivamente na elaboração do que é proposto. Organização do tempo para se interar da proposta a ser estudada promovendo encontros para trocas de conhecimentos e experiências.

 

Cada componente do grupo deve postar ou comentar sobre os estudos, pesquisas e experiências quinzenalmente, respeitando a assiduidade.

 

 

 

2. O trabalho cooperativo é relevante neste processo? Citem aspectos ocorridos neste semestre 2008-02 que justifica esta resposta. 

 

Sim, todos deram efetivamente suas contribuições, participaram positivamente na elaboração do projeto.

 

3. Como ocorreram as discussões das dúvidas entre os membros do grupo? Cita os recursos utilizados.

 

Encontros no pólo, emails,fórum e telefone.

 

 

 

4. Narrem o envolvimento dos componentes do grupo na organização e busca de materiais para o Projeto de Aprendizagem. Citem as fontes mais consultadas para o trabalho. 

 

 

Todos se empenharam de alguma forma. Fontes: internet, livros, revistas, observações do comportamento dos alunos.

 

 

 

5. O grupo já publicou o 1o. mapa conceitual do projeto? Expliquem como foi o processo e a participação de cada um dos componentes nele. 

 

Sim, o processo foi feito por todos os componentes do grupo, a partir das nossas curiosidades e de nossos conceitos prévios.

 

 

 

6. Citem os principais aspectos que dificultaram o trabalho na equipe, considerando como itens norteadores da resposta: conexão lenta, dificuldade para organizar o trabalho a distância, falta de tempo para trabalhar online com os colegas, não compreensão da idéia central de Projetos de Aprendizagem, o tema do grupo não interessa a todos,  etc.

 

 A única dificuldade é a falta de recursos para trabalhar online,pois algumas do grupo depende do pólo para realizar as atividades.

 

 

 

7. Destaquem, pelo menos, três qualidades do trabalho no grupo de vocês.

 

 Competência, cooperação, união e respeito às opiniões.

 

 

 

8. Há observações ou sugestões que seu grupo gostaria de registrar? Apresenta-as.

 

O presente projeto desmistificou o conhecimento prévio que tínhamos sobre sexualidade.

 

 

 

9. Como o grupo analisa sua construção de conhecimento ao longo deste PA de 2008-02?

 

O conhecimento foi positivo e possibilitou a quebra de paradigmas no que refere- se a sexualidade e suas manifestações nos afastando de atitudes preconceituosas e estereotipadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO INDIVIDUAL (

 

 

Considerando que somos educadores e vivenciamos nesta avaliação formativa, analisa o teu processo de trabalho no PA de acordo com indicadores propostos abaixo. Disserta em até 20 linhas e ao final conclua a análise atribuindo-se um conceito (A-B-C).

 

  • Participação na elaboração, encaminhamento e definição de sugestões no Projeto de Aprendizagem;

  • Participação na discussão e encaminhamento dos problemas que se apresentaram ao longo do trabalho;

  • Participação na troca de informações para o andamento do PA, utilizando diferentes recursos;

  • Atendimento às combinações do grupo;

  • Facilidades e dificuldades encontradas ao longo do trabalho.

     

     

 

Considere estes como indicadores possíveis, mas não esqueça de incluir outras questões que julgares relevantes e que aqui não foram contempladas.

 

 

 

A minha participação na construção do Projeto de Aprendizagem foi ativa e de muito interesse , desde a escolha do tema a ser pesquisado até a conclusão do projeto.

O tema foi propício por ter situações que me preocupavam em minha sala de aula sobre sexualidade. Tive um bom entendimento com o grupo na realização das postagens. Estava sempre atrás de material, procurava com colegas, através de pesquisas na internet, revistas e interagindo com as colegas  através das postagens na página da Wiki.

Assistindo a reportagens na TV e lendo as colocações das colegas  eu ficava mais tranquila e tinha certeza que estava no caminho certo, pois as dúvidas e as incertezas foram sendo esclarecidas, assim sendo substituídas por certezas de que poderia ajudar os meus alunos a mudar suas atitudes em relação a demonstrações de sexualidade .

Entrava em contato com o meu grupo por e-mail, fórum e telefone para qualquer dúvida, pois o contato era fundamental para o  bom andamento do projeto.As vezes demorava um pouco até que vinha uma resposta, pois três do grupo usam o Pólo para realizar os trabalhos.

Pela minha participação na construção do PA, contribuições e crescimento durante o trabalho atribuo-me o conceito A., Através das pesquisas realizadas percebi como eu estava desatualizada  em relação ao tema sexualidade. A realização do PA me fez ter um olhar mais crítico sobre o tema Sexualidade.

 

MARLENE L. J. ROLOFF

 

 

AVALIAÇÃO INDIVIDUAL

 

 

Na realização do Projeto de Aprendizagem o grupo manteve-se unido e participante.

O tema escolhido por nós foi "Sexualidade", porque em sala de aula nos deparamos com as curiosidades e perguntas e como na nossa geração esse asunto sempre foi tabu e  ele não estava elaborado em nós ,como poderíamos responder ou orientar adequadamente aos alunos?

As trocas, pesquisas e leituras foram esclarecedoras ,nos proporcionaram melhores condições de entendimento sobre a curiosidade  dos alunos. 

O grupo colaborou e participou utilizando telefone,email, internet, fórum, encontros no polo , as tarefas eram pensadas e   discutidas em parceria, acatando e respeitando a opinião do outro.

Senti que as colegas estavam felizes e à vontade durante a construção do trabalho.O desafio maior foi a elaboração do primeiro mapa conceitual ,pois não conhecíamos esse recurso e a sensação agora é que ele se tornou um aliado e  visualizando o mesmo na nossa página e  comparando-o com o primeiro ,percebe-se o crescimento do grupo sobre o assunto. 

O sentimento que tenho é que cheguei cheia de dúvidas, preconceitos, medo das perguntas dos alunos e das respostas que teria que dar e hoje me vejo mais preparada para lidar com a sexualidade infantil, suas manifestações e curiosidades, saindo do preconceito e vendo esses questionamentos como saudáveis e naturais, vendo a sexualidade como uma manifestação natural do indivíduo. Atribuo a minha participação o conceito A pelo esforço e comprometimento dispensado à realização do trabalho.

 

Roseli Roos postado em 02-11-08 

 

 

 

AVALIAÇÃO INDIVIDUAL(CRISTIANE DIEL)

 

 http://peadinfancia.pbwiki.com/cristianediel

 

 

 AVALIAÇÃO INDIVIDUAL (RENATA SILVA)

 

 

O meu envolvimento e participação no PA:Infância, no qual discutimos a sexualidade infantil buscando o máximo de informações em diferentes recursos que pudessem nos aprofundar teoricamente sobre o tema, ocorreu de forma parcial.Não pude estar em todos os momentos de encontro do grupo em São Leopoldo porque moro em Porto Alegre e estou com dificuldades de sair mais cedo da escola, devido o estágio probatório nesse mesmo município.Quando eu trabalhava em São Leopoldo encontrava as gurias e tracávamos informações, mas como leciono em Porto Alegre nossos contatos ficaram restritos.Claro que pude contar com a compreensão das colegas que procuraram sanar as dificuldades de distância junto comigo e pudemos realizar um trabalho colaborativo e fundamentado, no qual trocamos e aprendemos juntas novas informações quanto ao tema.

Acredito que mesmo tentando sanar as dificuldades que nos foram apresentadas: distância, tecnologia(internet discada)adquiri muitas informações sobre o assunto, o qual já posso tratá-lo mais seguramente na escola.

Por não poder estar nos momentos presenciais(reuniões do grupo) e dificuldades tecnológicas o qual me ocasionou postagens atrasadas defino o meu conceito C, mas sei que ele não define diretamente a minha aprendizagem , mas  sim a minha participação. Sinto-me no Pead um pouco longe do polo o que está dificultando o acesso a algumas informações e contato com as colegas. 

 

 

Resumo do texto Lápis, Papel e Computador:

 

Os computadores chegaram para exercer uma função importante na educação:a de conectar o aluno e a sua aprendizagem com o mundo, através da informatização. 

É inegável que a informática possui extrema relevância no processo educacional, como instrumento de democratização do saber e  inserção social, e a educação tem que se adequar  a essa nova tecnologia como recurso pedagógico.

O uso da informatização tornaria a aprendizagem mais eficaz e inovadora, despertaria mais o interesse dos alunos e diminuiria a evasão escolar.

Os alunos demonstram o desejo de desenvolver conhecimentos através da tecnologia, porém ,a realidade da maioria da escolas do País é muito precária, não tem recursos próprios suficientes e a ajuda do governo é lenta ,frente a tantas necessidades, também imediatas ,do cenário educacional.  

Sabemos que o uso interativo, diversificado e rotineiro do laboratório de informática, com professores preparados seria o ideal no momento virtual que vivemos e nos faz ter a certeza que lápis, papel, quadro e giz, que temos como recursos, mantém o ensino tradicional, estanque, sem atrativo para o aluno, frustrando assim suas expectativas. 

 

Resumo refeito

 

 

Lápis, papel e computador

 

O uso da tecnologia na educaçao, trás um relevante auxílio educacional possibilitando a qualificação da aprendizagem e motivando a participação dos alunos nesse processo. O governo federal evidencia interesse em trazer para as escolas o universo tecnológico, porém os recursos financeiros são insuficientes para que as escolas possam dispor integralmente dessa ferramenta. Com tudo, apesar das adversidades, torna-se  de fundamental importância a capacitação através da tecnologia, pois este conhecimento proporciona não só o desenvolvimento do indivíduo como também impulsiona o crescimento do país.

 

 

 

 

RESUMO DO TEXTO : PERGUNTAS INTELIGENTES: O QUE É ISTO?

 

A prática docente que utilizamos revela uma problematização permanente que nos induz à dúvidas e certezas, evidenciando assim, a forma como expressamos e temos entendimento do processo de aprendizagem.

 

As certezas permitem a visualização das práticas docentes cotidianas e nos leva a uma proposta plausível e relevante que provoque mudanças no âmbito escolar, os PAs .

 

Sendo os PAs uma proposta, deve responder questões que nasçam da curiosidade dos alunos, de um fazer coletivo e participativo, que viabilize ao aluno a intervenção e proporcione autonomia e protagonismo. Deixando claro desta forma o papel do professor, que deve ser de coadjuvante, porém participante ativo da construção do conhecimento dos alunos, desencadeando situações-problema,levantamento de hipóteses, valorizando os pré-requisitos, incentivando para que a curiosidade e participação permaneça e se fortaleça.

 

Através de circunstâncias onde somos desarticulados através da confrontação do conhecimento do outro, de um novo direcionamento do nosso entendimento, quando somos colocados à prova, é que alcançamos a plenitude do nosso desenvolvimento de nossa inteligência e adquirimos novos conhecimentos. Mas estabelecer a mudança não é tarefa fácil, pois permeiam valores intrínsicos que propõem reversões metodológicas, pedagógicas e ideológicas.

 

Toda a mudança exige a paciência e persistência, pois é difícil modificar uma estrutura tradicional e os resultados, junto aos alunos, só serão materializados se ofertarmos atitudes baseadas na troca e interação.

 

Os alunos que são provocados, estimulados a serem pesquisadores, desacomodados na busca do conhecimento, distanciam-se do educador que os afasta da reflexão, da mesmice e da fixação de conteúdos prontos.

 

Segundo Piaget a aprendizagem da criança acontece através da mediação do professor, da conversação, desafiando, favorecendo o levantamento de possibilidades, colocando-se no entendimento de hipóteses, baseado nas situações em que a troca vai acontecendo.

 

A metodologia de Piaget nos dá um caminho no que refere-se a utilização do PA na prática docente, nos remetendo a responsabilidade de oferecer à criança, através de suas considerações e apropriações, porém paralelamente buscar algo para intervir, sem que o questionamento se esgote. Devemos estabelecer equilíbrio nessas intervenções para que a criança não seja induzida a responder somente aquilo que traduz a nossa curiosidade, fazendo com que tudo que expresse seja super valorizado, ao contrário, não questionar absolutamente nada por total ausência de hipóteses, por falta de um segmento para o que desejamos perguntar, não valorizando o que é exposto e não encontrando resposta para estas hipóteses.

 

O papel do professor encontra ressonância na compreensão de raciocínio dos alunos e nas situações que desencadeiam o interesse deles.

 

Ao propor essas ações o professor deve fazer com que estas sejam instigantes e provoquem desacomodação, a construção e reconstrução de idéias e conceitos, favorecendo assim, a amplitude dos conhecimentos.

 

Ao nos afastarmos da busca de respostas prontas, as quais estão memorizadas e buscar a aprendizagem através da provocação, da criticidade, da discussão, da desestabilização e desiquilíbrio, estamos preparando o aluno para exercer a sua cidadania.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (17)

Roseli said

at 10:41 pm on Aug 31, 2008

O trabalho contempla o solicitado até o momento. Parabens ao grupo e votos de um bom trabalho! ;) M a x i m i r a

(account deleted) said

at 11:53 am on Sep 2, 2008

Neste momento, quero contribuir para a continuidade do projeto... Primeiramente, como o grupo conceitua INFÂNCIAS e SEXUALIDADE? É preciso definir o lugar destes conceitos para seguir... Bom trabalho! Cíntia Boll

Maximira said

at 8:06 pm on Sep 8, 2008

Caras Componentes deste Projeto,

Cumprimentos pelo belo mapa conceitual!
Gostaria de lembrá-las sobre a importância de todas as componentes do grupo inserirem/publicarem algo na wiki a cada 15 dias. Quer-se ver a participação ativa de todas as participantes de forma coletiva (aticulada com o grupo) e individual também gurias.

Neste sentido, lembro que esta participação individual pode ser feita via a publicação de um artigo, texto, vídeo, etc. relacionado ao tema e de forma articulada com o que o grupo estiver fazendo, certo. Caso tenham alguma dúvida, estamos às ordens para esclarecê-las. Mandem um alô por email ok.

Quanto à publicação que esperamos que façam, vale lembrar ainda que não basta copiar e colar textos aqui. É preciso que verifiquemos alguma reflexão, algum comentário de VOCÊS sobre o texto, considerado pertinente à discussão e trazido para cá, para esta wiki.

Grande abraço e até a próxima!
Maximira

Maximira said

at 10:18 pm on Sep 9, 2008

Querido Grupo: informo que o prazo da 1ª etapa de atividades do PPA expirou em 05/09 e aproveito para parabenizar o grupo por ter satisfatoriamente atendido às solicitações desta 1ª etapa dentro do prazo!

Por oportuno, esclareço que a Planilha de Atividades de PPA estará sendo atualizada sempre dentro de um prazo de até 07 dias, depois do término do prazo dado a voces, ou seja, até até 12/09 ok.

Um grande abraço e parabéns ao grupo por esta 1ª etapa vencida!

Maximira

(account deleted) said

at 9:35 am on Sep 10, 2008

(cintia boll) Queridas, eu ainda não me sinto respondida.. Tenho acompanhado as escritas e publicações de vocês, mas me parece que ainda não está definido o conceito de sexualidade neste trabalho. Sexualidade é o quê? É ter vagina e pênis? É ser homem ou mulher? É o quê? Em que momento esta sexualidade "aparece" na criança? Quando suga o peito da mãe? Hum... E o que o papel da sociedade interfere nesta construção? Me parece que aí está o desejo de trabalho de vocês. De pesquisa de vocês. Mas, antes, precisam definir o que é SEXUALIDADE, para depois seguir. Inclusive construir o Mapa Conceitual, que o próprio nome diz: conceitual. Acredito que definindo estes "tipos" de sexualidade ou "modos" como eles se apresentam facilitará o desenvolvimento de todo o resto... Mas, qqer coisa, estou aí. Falem comigo. Abs.

(account deleted) said

at 9:45 am on Sep 10, 2008

Qualquer coisa, mandem mail, ok?

(account deleted) said

at 4:15 pm on Sep 14, 2008

Hum... Melhorou. Agora sabemos os limites conceituais da palavra. Mas, me digam, em qqer época e lugar é este o conceito de "sexualidade"? De que lugar vcs falam? Qual a definição de sexualidade, considerando questões histórico-sociais sobre este tema, que vocês vão abordar? Ainda estou confusa pois o tema SEXUALIDADE é muito abrangente e é preciso delimitar o foco deste conceito no trabalho de vocês: é o foco de que idade a que idade? e, considerando este período definido pelo grupo, qual ou quais autores darão suporte para discutir sexualidade dentro desta abrangência de tempo, lugar e espaço? (tempo: de 2 a 4 anos; lugar: ??; espaço: ano de 2008).Acham pertinente minhas observações? Abs

Maximira said

at 11:57 pm on Sep 19, 2008

Pessoal, gostaríamos de acompanhar a participação de cada uma nesta construção de conhecimento coletiva.. assim peço que registrem as trocas que voces devem estar fazendo aqui na wki também ok. Vários grupos criaram uma página para: a discussão entre os participantes e troca de idéias, organização das informações coletadas e reflexões.. Penso que o grupo está fazendo uma bela caminhada. Um abraço e um bom 20 de Setembroo! ;)

(account deleted) said

at 5:30 pm on Sep 30, 2008

Oi gente, então voltando as dúvidas e certezas, como está o grupo? Como pretendem seguir seu Projeto? Aguardo...

Maximira said

at 9:33 pm on Oct 5, 2008

Olá pessoal! Estou aqui para o fechamento do período de 20 a 30/09. Como vocês sabem, este fechamento é para o registro na planilha, da participação de cada componente do grupo (que devo fazer até 07 dias após o término do prazo, NO CASO ESGOTA EM 07/10). Por oportuno Parabéns ao grupo pelo engajamento e participação.

OBS: é preciso ter pelo menos 01 participação a cada quinzena para que a participação seja computada na planilha ok gente.

Abraços.sss

(account deleted) said

at 11:14 am on Oct 6, 2008

Colo abaixo uma pergunta enviada pela Raquel, de outro grupo, que resume o que teremos que fazer por aqui, nos PAs e ajuda a pensar nos encaminhamentos... Abs!!!(gostei de ver que as coisas começaram a re-andar...)

"Oi professores e Maximira! Estou precisando de
ajuda. Sei que quinzenalmente é para postar algo
no pbwiki e em grupo ir realizando o projeto,
recebi também um e-mail com os passos do
projeto,mas não compreendi bem. Não consegui
acompanhar a tabela de acompanhamento porque não
lembro da senha , estarei imediatamente entrando
em contato com a Fabiane. Postei as dúvidas e
certezas, um texto trazendo minhas opiniões e
questionamentos para o grupo se integrar e
participar, já tem um mapa conceitual postado por
outra colega do grupo e pretendo na próxima semana
postar um mapa conceitual, se conseguir, mas vou
me esforçar para isso. Estou no caminho certo? È
para elaborar um projeto com este tema como se
fosse aplicar com os alunos?Este passo 4:
\"elaboração de estratégias de pesquisa, isto é,
como será realizada a investigação\", é como vamos
pesquisar para chegar a uma conclusão sobre o
tema? Quero trabalhar e fazer este trabalho com
meu grupo, mas por favor, preciso de mais
orientações. Um grande abraço Raquel Guterres"

(account deleted) said

at 11:16 am on Oct 6, 2008

Oi Raquel!!

Sim é isso msmo que falas, de ponta a ponta, respondendo com sim para " ... encerrando é como vamos pesquisar para chegar a uma conclusão sobre o
tema?"

Podes seguir neste caminho com teu grupo e bom trabalho!! Abraços

Maximira said

at 10:27 pm on Oct 16, 2008



Querido grupo, Gostaria de informar q o fechamento do PA neste momento é super flexível e deverá ter a cara que o grupo quiser dar a ele. Se quiserem fazer este fechamento em forma de um mapa conceitual... contanto que bemmm completinho (hehe) tudo Ok! Mas nada impede que tb escrevam 1 ou 2 parágrafos expondo os sentimentos do grupo... com relação a este trabalho (PA). Seria super interessante termos um mapa e um texto sobre como se sentem, como se sentiam no começo e como se sentem agora.. por aí! Sao apenas sugestoes ok. Abraçosss! Maxi

(account deleted) said

at 2:49 pm on Oct 20, 2008

Conversamos pessoalmente dia 22/10. Abs.

Maximira said

at 12:37 pm on Nov 1, 2008

Oi pessoal!
Registrada na PLANILHA a: AVALIAÇÃO DO GRUPO (todos os comeponentes) e AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DE: Marlene.

Aguardamos pelas demais até 3/11.
Um bom trabalho a todos!

(account deleted) said

at 6:19 pm on Nov 3, 2008

Gurias, tínhamos orientado para que fizessem novas páginas com as auto-avaliações de grupo e individuais e depois as linkassem no side bar. Aguardo então. Abs.

(account deleted) said

at 10:01 am on Nov 16, 2008

Prezadas/os Alunas/os: até dia 09/12, último dia de aulas do PEAD neste semestre, vocês podem alterar as informações do wiki de PAs e editar as auto-avaliações pois eu irei analisá-los para fins avaliativos somente depois desta data. Abs.

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